Será que nunca vou conseguir ser assíduo com os meus posts? Juro que tento. Penso em escrever, tenho ideias mirabolantes, mas em alguns minutos elas fogem. Tenho que anotar. Já pensei até em deletar o blog. Mas depois voltei atrás na minha decisão e decidi mantê-lo. Mesmo que assim, 'não táo assíduo'. E ultimamente venho pensado muito nisso: Deleto ou não deleto? Sim ou não? Quero ou não quero? Should I stay or should I go? Esse poder de decidir a própria vida é sensacionalmente amargurante. Que bom ter esse poder. E que saco ter que usar *this power* assim. De supetão. Agora! Vai! Rápido! Ahhh...
Eu tenho o direito de pensar no que quero. Mesmo porque eu sou bastante volúvel. Quero agora, daqui a cinco minutos não quero mais. Depois de mais 5 minutos eu quero muito mais do que já quis na vida. Como no vestibular, aceitar ou não aquele namoro, pedir ou não a mão dela em casamento, sair ou não sair de casa, mudar ou não mudar de emprego, acabar ou não aquele casamento de anos, tirar ou não tirar satisfação, falar ou calar, tentar ou desistir, comer ou não comer, ligar ou não ligar???????????????????????
Acho que a essa altura do campeonato, na flor da idade, no auge dos 26 anitos aprendi uma coisa: escolher. Decidir e pronto. Nada de pensar 'e se'. 'E se' não pode mais fazer parte do vocabulário. A escolha foi feita, você está vivendo o que escolheu viver (ou que escolheram para você, o que é péssimo. Mude isso assim que possível) e fim de conversa. Eu sou a prova viva do 'e se'. Mas já venho trabalhado isso na minha mente. Como um mantra mesmo. 'E se nada'. Assim que eu penso eu já me corrigo. 'E se nada'. E as escolhas de ontem já não podem ser modificadas. E nem tem para quê mudar essas alternativas. Se eu fiz essa escolha um dia, eu tinha um motivo para isso. Sabe lá Deus qual foi. Mas tive. E fim.
O negócio é olhar para frente. 'Para o alto e avante'. Muito cedo para viver o amanhã e muito tarde para viver o ontem. Só temos o hoje. A solução é ter jogo de cintura para fazermos as escolhas do hoje. E vivermos dias bem vividos. Sem 'e se'. 'E se nada'
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Sonhos meus
Diga o que quiser, mas na vida nada é mais importante, gratificante e melhor do que realizar sonhos. Quem já realizou algum (creio que todos já o tenham, cada um na sua particularidade) sabe do que eu estou falando: a felicidade da formatura, a conquista de um emprego novo, o choro do primeiro filho ao nascer, voltar a andar depois de um longo (ou não) período na cadeira de rodas, comprar um apartamento, um carro... E por aí vai. A vida só tem graça quando temos sonhos, objetivos. E sejam eles quais forem, a realização dos mesmo são impagáveis. Mesmo que dependam de uma boa quantia em dinheiro.
A essa altura do campeonato, com 26 primaveras bem vividas (hehe) posso dizer que já realizei alguns. O primeiro que me vem à cabeça agora foi conquistar o canudo do JORNALISMO. Estudei, ralei, apertei o orçamento (o meu e o dos meus pais), mas consegui. Me formei. Pode parecer clichê, mas conheci pessoas que vou levar comigo pelo resto da minha vida. Algumas com ótimas lembranças, outras justamente o contrário. Pretendo não encontrá-las nunca mais nessa vida. Nem em outras, se é que elas existem. Essa é a primeira que me vem a cabeça, repito. Mas com certeza houve outras. Até na infância. Aquele presente do ‘papai noel’, o aumento na mesada, o sanduíche que o papai trazia quando voltava do trabalho...
Coisa boa também é poder realizar os sonhos dos outros. Em março levei uma grande amiga (quase mãe) a um show do ídolo dela há vários anos. Décadas até. Ok, sem delongas, mesmo porque seria indelicado da minha parte entregar da coroa, assim. Mas enfim! Fomos de ‘camarote’. Na beirinha do palco. Pense numa mulher que chorou, se emocionou, gritou, cantou... E ver aquilo me fez chorar também. Em uma ocasião eu até deixei algumas lágrimas correrem por causa da música, mas nas várias outras horas era por ela, essa amiga. Como aquilo a deixava feliz. E eu poder ter feito esse agrado à ela foi SENSACIONAL.
Hoje eu moro sozinho. No Rio de Janeiro. E solteiro. Eis mais três sonho realizados. Não sei por quanto tempo vai durar, porque o futuro só a Deus pertence. Mas não importa. Não é no tempo que as conquista duram que está a essência da felicidade. Ela está no presente. Em viver. Comprar minhas coisas, ter meu canto... Coisa de adolescente rebelde, que seja! O negócio é ser feliz! E eis um momento de felicidade que estou vivendo. E sei que pela frente vêm outros. Aqui no Rio, de volta a Brasília ou em outra cidade desse Brasil-zil-zil-zil. Sou bicho solto, mané (momento carioca). Nasci para isso. Ser livre e feliz. E poder realizar os benditos sonhos. Meus e dos meus.
A essa altura do campeonato, com 26 primaveras bem vividas (hehe) posso dizer que já realizei alguns. O primeiro que me vem à cabeça agora foi conquistar o canudo do JORNALISMO. Estudei, ralei, apertei o orçamento (o meu e o dos meus pais), mas consegui. Me formei. Pode parecer clichê, mas conheci pessoas que vou levar comigo pelo resto da minha vida. Algumas com ótimas lembranças, outras justamente o contrário. Pretendo não encontrá-las nunca mais nessa vida. Nem em outras, se é que elas existem. Essa é a primeira que me vem a cabeça, repito. Mas com certeza houve outras. Até na infância. Aquele presente do ‘papai noel’, o aumento na mesada, o sanduíche que o papai trazia quando voltava do trabalho...
Coisa boa também é poder realizar os sonhos dos outros. Em março levei uma grande amiga (quase mãe) a um show do ídolo dela há vários anos. Décadas até. Ok, sem delongas, mesmo porque seria indelicado da minha parte entregar da coroa, assim. Mas enfim! Fomos de ‘camarote’. Na beirinha do palco. Pense numa mulher que chorou, se emocionou, gritou, cantou... E ver aquilo me fez chorar também. Em uma ocasião eu até deixei algumas lágrimas correrem por causa da música, mas nas várias outras horas era por ela, essa amiga. Como aquilo a deixava feliz. E eu poder ter feito esse agrado à ela foi SENSACIONAL.
Hoje eu moro sozinho. No Rio de Janeiro. E solteiro. Eis mais três sonho realizados. Não sei por quanto tempo vai durar, porque o futuro só a Deus pertence. Mas não importa. Não é no tempo que as conquista duram que está a essência da felicidade. Ela está no presente. Em viver. Comprar minhas coisas, ter meu canto... Coisa de adolescente rebelde, que seja! O negócio é ser feliz! E eis um momento de felicidade que estou vivendo. E sei que pela frente vêm outros. Aqui no Rio, de volta a Brasília ou em outra cidade desse Brasil-zil-zil-zil. Sou bicho solto, mané (momento carioca). Nasci para isso. Ser livre e feliz. E poder realizar os benditos sonhos. Meus e dos meus.
Por
Anderson Costolli
sábado, 23 de maio de 2009
Tem dias que eu já acordo angustiado! Parece que tem alguma coisa errada não sei o que é, nem onde é. Já não sou de acordar como o Burro Falante do Shrek, mas não posso ser comparado com o Zangado (sete anões). Não mais. Sou o meio termo. Morno.
O que eu sinto não é raiva. É angustia e me deixe em paz.
Outra coisa: eu nunca fico irritado. Tudo bem. Tem dias que fico, sim. Mas qual o problema em ficar assim de vez em quando? Quem não fica? Tem dias que não quero sorrir de qualquer idiotice que falam (coisa que amo fazer cotidianamente), nem ficar de papo com ninguém. Desculpem-me. Mas eu sou assim e não pretendo mudar. Só me deixe no meu canto. E não me venha de indiretinhas, porque aí, sim, você vai ver um cara verdadeiramente p***.
Mas também existem aqueles dias. Aqueles. Você sabe do que estou falando? Em que o céu parece estar mais azul, o sol mais radiante, as pessoas mais bonitas, você mesmo parece estar (ainda) mais bonito (a). Dá vontade de colocar um tênis, dar aquela corridinha matinal, voltar para casa tomar uma ducha e começar as atividades diárias.
Eu sou feliz. Isso é fato. Na minha essência eu sou um cara feliz. Apesar de ter momentos de mau humor, não me considero um camarada mau humorado. Assim como tenho ‘rompantesdecarafeiaedaívaiencarar?’ tenho os meus de extrema felicidade. De rir de tudo, fazer piada de tudo, achar tudo lindo.
E quem não é assim? Todos somos uma suruba de sentimentos. Felicidade, tristeza, alegria, angústia... Ganhar sempre, estar feliz sempre... Isso não é lucro. Nas minhas horas de introspecção eu me conheço melhor. Me vejo de outro ângulo. E termino conhecendo as pessoas ao meu redor também de outra maneira: como elas lidam com as diferenças humanas. Porque elas existe, isso é fato. Chorar é vencer. Ficar triste também é aprender quer você queira, quer não. E eu gosto desse lado ‘negativo’ das coisas. “Olha lá quem sempre quer vitória e perde a glória de chorar”. Viver é mágico. Como um casamento. Na alegria e na dor. Até que a morte nos separe. Amém!
O que eu sinto não é raiva. É angustia e me deixe em paz.
Outra coisa: eu nunca fico irritado. Tudo bem. Tem dias que fico, sim. Mas qual o problema em ficar assim de vez em quando? Quem não fica? Tem dias que não quero sorrir de qualquer idiotice que falam (coisa que amo fazer cotidianamente), nem ficar de papo com ninguém. Desculpem-me. Mas eu sou assim e não pretendo mudar. Só me deixe no meu canto. E não me venha de indiretinhas, porque aí, sim, você vai ver um cara verdadeiramente p***.
Mas também existem aqueles dias. Aqueles. Você sabe do que estou falando? Em que o céu parece estar mais azul, o sol mais radiante, as pessoas mais bonitas, você mesmo parece estar (ainda) mais bonito (a). Dá vontade de colocar um tênis, dar aquela corridinha matinal, voltar para casa tomar uma ducha e começar as atividades diárias.
Eu sou feliz. Isso é fato. Na minha essência eu sou um cara feliz. Apesar de ter momentos de mau humor, não me considero um camarada mau humorado. Assim como tenho ‘rompantesdecarafeiaedaívaiencarar?’ tenho os meus de extrema felicidade. De rir de tudo, fazer piada de tudo, achar tudo lindo.
E quem não é assim? Todos somos uma suruba de sentimentos. Felicidade, tristeza, alegria, angústia... Ganhar sempre, estar feliz sempre... Isso não é lucro. Nas minhas horas de introspecção eu me conheço melhor. Me vejo de outro ângulo. E termino conhecendo as pessoas ao meu redor também de outra maneira: como elas lidam com as diferenças humanas. Porque elas existe, isso é fato. Chorar é vencer. Ficar triste também é aprender quer você queira, quer não. E eu gosto desse lado ‘negativo’ das coisas. “Olha lá quem sempre quer vitória e perde a glória de chorar”. Viver é mágico. Como um casamento. Na alegria e na dor. Até que a morte nos separe. Amém!
Por
Anderson Costolli
Assinar:
Postagens (Atom)